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terça-feira, 28 de julho de 2009

O Carro Anfíbio e o Escafandro

S. Pedro deve estar entediado. Aí então, em seu tédio horrível, ele tem a brilhante idéia de fazer chover por dias seguidos. Divertido, ele.

Já que é assim, manda vir um de cada, por favor:


(imagens daqui e daqui)

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Da Existência Doméstica

Vcs sabiam que sou péssima dona de casa?

Tenho, assim, uns repentes. Por exemplo, semana passada consegui zerar a roupa pra lavar. Não me lembro qual tinha sido a última vez antes dessa. Devo confessar que a secadora adquirida no ano passado contribuiu muito, afinal aqui no inverno roupa não seca nem com reza e ebó. Louça eu só lavo na mãe, até porque aqui em casa só sujo copos e xícaras.

Por outro lado, tenho mania com coisas guardadas. Tem de ser tudo organizadinho, mas minha mesa de trabalho é uma zona, vai entender. Meu armário fica com as gavetas bagunçadas às vezes por falta de tempo, mas semana passada também dei um jeito nele. Aliás, descobri um jeito de fazer caber TODAS as minhas calças jeans em uma só gaveta e aí liberei espaço pra arrumar melhor as blusas: escadinha. O princípio é que a dobra do cós é "gordinha", e se vc coloca todas as dobras de cós certinho em cima uma da outra, fica um "gordão" e a gaveta não fecha. Em escadinha, as dobras de cós ficam separadas. Copia da foto aí que funciona.


Na mania de coisas guardadas inclui-se a outra mania: caixinhas e potes de plástico. Não passo impune UMA vez sequer por lojas de R$1,99 sem voltar pra casa com mais um kit de tupperware (oi? lembram da reunião de tupperware?). Não sei porque, afinal eu não cozinho em casa (morram de inveja, a mãe e a vó moram aqui do ladinho hohoho), mas tenho um mooooonte de tupperware. É que eu detesto embalagens. Tipo, abri o pó de café, vai prum vidrão com tampa de rosca. Abri uma bolachinha, vai prum tupperware e a embalagem vai pro lixo, e por aí vai. A gaveta de maquiagens com caixinhas organizadoras de plástico:

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A geladeira é divertidíssima: só tem cerveja e esmalte. HAHAHA A irmã morre de rir cada vez que abre minha geladeira, mas é que, de novo, só como na mãe. E vc leu direitinho: esmaltes. Nem me lembro quem me ensinou essa muitos anos atrás, mas o fato é que funciona. Vc usa até a última gota do esmalte e ele fica sempre fininho, como se estivesse novo. Ó:


Interessante é que eu não ligo a mínima pra meros detalhes da existência doméstica. Tipo não arrumo minha cama. Só quando troco os lençóis. A mãe no começo não se conformava, agora já captou o espírito. Passar roupa? Faz uns 4 anos que não sei o que é isso. Quando me mudei pra Ribeirão Preto, até comprei um ferro de passar nos primeiros dias. Escolhi um com base de T-Fal, afinal a caixa dizia que ele escorregava mais. Nhé. O pior ferro que já vi. Daí não comprei outro e adotei o sistema de dobrar e guardar somente hahaha. Passa no corpo. Uma beleza e nunca escutei alguém me dizer "credo, como vc tá desgrenhada". De fato nesse quesito a secadora também bate um bolão: a roupa sai quentinha e fofinha e vc dobra e fica praticamente passada a ferro. Desde que, ca-la-a-ro, vc não esqueça a roupa na secadora por dias e quando for tirar todas estejam vincadinhas nos lugares mais improváveis hehehehe

É assim. Quando alguma coisa me incomoda, aí me mobilizo pra arrumar. Se não tá me incomodando, deixa ela lá. Não tenho pressa.

domingo, 7 de junho de 2009

Programa de índio

O combinado do final de semana era assistir O Exterminador do Futuro. Até aí, fácil.

Ele sugere: vamos ao Jardim Sul? Faz tempo que não passeio por lá.

Mas e o instinto consumidor, colegas? E a necessidade primordial do momento de adquirir um ou dois casacos (a irmã que o diga)? Jardim Sul é féxiom, custa caro. Unamos então o útil ao agradável - destino: Shopping Coquinho Master.

O objetivo era correr na Renner, Riachuelo, C&A para pesquisar preços e modelitchos de casacos e então seguir com a programação inicial, o cinema. Nossa excursão indígena dá sinais de sucesso já no estacionamento: um parque de diversões DENTRO do estacionamento, falantes no último volume anunciando Cachorro quenteeeee! É nesse momento preciso que ele lança o primeiro Tá vendo... se tivéssemos ido no Jardim Sul... Estacionamento lotado, ele diz, Vamos sentar na primeira fila do cinema. Expliquei que ali 90% da procura é pela sessão dublada, mas nós íamos na legendada, tranquilo.

Entramos no Shopping Coquinho Master, vejo aquele bando de gente b-o-n-i-t-a, me lembro de que o Jardim Sul também tem Renner... Vem o segundo Tá vendo... se tivéssemos ido no Jardim Sul teríamos visto gente bonita.

Rodo a Renner enquanto ele compra os ingressos. Da sessão le-gen-da-da. Confirmei: Vc comprou legendada né? Sim, comprei. Tudo óquei. Decido deixar a sessão compras para outro dia, porque estávamos em cima da hora do cinema, e não tem como fazer compras em 10 minutos. Vem o terceiro Tá vendo? Podíamos ter ido no Jardim Sul.

Vamos para a fila do cinema. Pequena, respiramos aliviados. Lembrei que não tinha jantado. A reação óbvia é correr no balcão de pipocas: a fila tinha 2 quilômetros e o balcão, TRÊS atendentes. Tentativa frustrada, vem o quarto Tá vendo... se tivéssemos ido no Jardim Sul. Comento então que vou buscar uns pães de queijo e refrigerante e o moço que recolhe os ingressos avisa: Não pode entrar na sala com comida, a não ser pipoca e refrigerante do cinema. Tóin. Decidimos então que a melhor manobra era ele guardar lugar na sala enquanto eu fazia uma boquinha.

Volto pra sala: nem 50% da sala preenchida. Trailer já rodando. Ele faz sinal com a luzinha do celular. Chego na minha poltrona, ele manda Dekka, estamos na sala errada, esse é o dublado, olha o trailer sem legenda!

Corremos pra outra sala. Realmente nosso ingresso indicava Sala 4, e estávamos na Sala 1. Ok, acontece. O que não pode acontecer é a fila da Sala 1 ter 6 quilômetros de extensão. Dor de barriga: VAMOS ficar na primeira fila. Ainda tive tempo de pensar que talvez eu estivesse enganada quanto à minha estatística de que 90% da procura era pela sessão dublada, vai saber.

Ele rapidamente arquiteta uma manobra de emergência, me arrasta pra porta, passando a fila toda e manda pra atendente, Saímos para comprar pipoca, mas a fila está enorme, não dá, Mas os ingressos já estão picotados, Mas claro, estávamos aí dentro e saímos pra comprar pipoca, Ah, podem passar então.

Ufa. Escolhemos um bom lugar, meio da sala, tudo em ordem. A sala enche. Lota. Começa o trailer. Dublado. Mais um trailer, dublado. E ainda mais um, dublado. Cutuco o moço ao lado, Moço, essa é a sessão legendada, Não, é a dublada, Você tem certeza, Tenho, é a dublada. Tento ainda recuperar a outra sessão, a legendada, mas no que chego na porta, vem vindo um moço, dizendo que a outra sessão já tinha começado há muito tempo. Me rendo. Vai de dublada mesmo.

O que salva é que o filme que pelo menos para nós foi ótimo. Achei MUITO legais as tomadas de ação que colocam o expectador dentro do olho do furacão, por assim dizer, e fazem a gente ver a cena de dentro mesmo, como se estivéssemos ali. Tomei vários sustos também, de pular na cadeira, botar a mão na cabeça e tal hohoho

Acaba a sessão, saímos da sala, vamos pagar o estacionamento. Poisé. A fila tinha 10 quilômetros. Dois caixas. Vem o derradeiro Tá vendo... se tivéssemos ido no Jardim Sul... lá tem Sem Parar.

Moral da história: escuta quando ele diz que quer ir no Jardim Sul hahaha E não, ele não é chato, e a cada Tá vendo, se tivéssemos ido no Jardim Sul eu morria de rir e ele também.

Aproveitamos e emendamos hoje O Exterminador do Futuro 1, aquele de 1980equalquercoisa, Linda Hamilton p-é-s-s-i-m-a, com um cabelo horrendo hahaha Mas foi fundamental para lembrarmos de onde vem o Kyle Reese, pai do John Connor. Morremos de rir com os efeitos especiais da época. É interessante também comparar os ritmos; no primeiro filme, as tomadas de ação seguiam um compasso bem mais lento que hoje já não causa frio na barriga em quem assiste. Mas em 80 o tempo corria mais devagar também, o dia ainda tinha 24 horas, a semana tinha 7 dias, o mês, 30.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Vida no Sítio

Adoro, sabe, quando eu entro no chuveiro, me ensabôo toda e...

A ÁGUA ACABA.

Aí tem de gritar a mãe e pedir pra ela ligar a bomba d'água. Uma coisa assim... bem rural.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

A namorada do Benji

Eu queria compreender o que o Benji vê na caminha dele. É só uma cama. Redondinha, gorduchinha. Ah! Vai ver é isso...


O fato é que Benji é castrado. Não tem mais saquinho, não produz hormônios. Portanto só posso mesmo acreditar que seja amor.


Benji sofre, olha pra caminha e chora. Olha com aquela cara de amor, sabe? 




Aí me parece que os dois (Benji e a Caminha) engatam num diálogo rápido:


Benji: E aí, cachorra? Vamo nessa?
Caminha: Só se for agora.


E dá nisso:


quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Queda fenomenal

A pessoa desengonçada é mesmo uma coisa engraçadíssima.


A pessoa então estava no tele-skype, com aquele fonão de ouvido que tem 10 metros de fio. O celular tocou láááá no quarto. A pessoa tira o fonão com 10 metros de fio, levanta correndo e sai correndo e?


TUM. Enrosca no fio, tropeça, se estabaca nos três degraus que separam a sala do quarto. Levanta, sai mancando como pode, se joga na cama, atende o celular e é obrigada a desligar de dor.


Graças a deus e à boa virgem maria, a mãe da pessoa mora a 10 passos de distância. A pessoa liga pra mãe e ela prontamente chega com gelo, pomadinha e tal.


Resultado da queda: dedão soltando estrelinhas e cheio de Acheflan, e joelho escoriado e dolorido ao toque.






Mas que a pessoa riu MUITO de si mesma, ah, riu. De chorar. Pena que nao deu pra filmar a queda, seria hit no YouTube.

UPDATE (27/08/08): O dedão está ótemo, mas o joelho já passou por todos os tons entre verde e preto. Atualmente está no preto mesmo e me parece que ali ficará por mais um mês. Gostou do lado negro da força, vai entender.