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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Rapidinhas

Parece que eu só tomo vergonha na cara mesmo e escrevo nesse blog que anda jogado às traças quando NÃO tenho tempo sobrando. Ahá! Vai entender...



Hoje chega a bisa, aquela cuja marcha já escapou. E vai começar aquela rotina de diálogos iguais, sempre iguais, todos os dias. Por exemplo, todas as 345658 vezes que entro na casa da minha mãe ela me pergunta: "Você está trabalhando?". Ou então ela me consola 44657697 vezes por dia: "Você vai arrumar um moço bom, minha filha". E quando ela diz, neste verão desértico, às 9 da noite, "Nossa, tá um ventinho, né?", na verdade ela quer que fechemos TODAS as janelas da sala. haha :P divertido. Nada como a rotina reconfortante.



Ficar sem o Babylon me faz reviver o início da minha carreira tradutória, quando usava várias abas do navegador ao mesmo tempo, cada uma com um dicionário online diferente, além da sempre presente janela de busca do Oráculo. Só sei que tudo demora BEM mais. Mas tudo bem, me obriga a também ficar mais rápida.



Pulgas. Uns três exércitos e meio delas. Qualquer dia vão levar meu cachorro embora. É um inferno exterminar esse bicho infeliz que resiste, leia bem, DEZ ANOS em buracos como parede sem reboco e cheia de poeirinha. Foi o veterinário que disse. Ou seja: não basta gastar rios de dinheiros com aqueles remedinhos pro cachorro se a SUA CASA INTEIRA é rústica e sem reboco. Aceito doações para a reforma, obrigada.



Ganhei uma rede leeeeeeenda, vinda diretamente do Ceará. Laranja. Algodão puríssimo. Exatamente por isso, pode ser lavada na máquina e seguir diretamente para a secadora. Semana que vem a parede vai ganhar ganchos e eu e Benji poderemos trabalhar, ver TV, dormir, tomar cerveja, etecétera e quetales, embaladinhos pelo vai e vem da preguiça. Delícia. Ficam aqui nossos (meus e do Benji que tb adora redes como a mamãe) agradecimentos ao Lincoln! :D



Descobri que os vitrôs antigos aqui da minha casa não estavam empenados coisíssima nenhuma. Desde a reforma (e desde que me conheço por gente) eles não abriam nem fechavam direito e inclusive um dos vidros uma vez deu um salto mortal para fora quando tentei fechar o bendito vitrô. Anotaí: WD. Isso mesmo. Óleo antioxidante em TODOS os parafusos, duas vezes ao dia, durante três dias (mais, se o caso for grave). Os bichinhos agora abrem todos, fecham quando eu mando, sem reclamar, uma beleza.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Coisas da vida tradutória

Então a pessoa passa a semana toda na maior inutilidade. Coçando, de pernas para cima, de bode, tédio profundo.


A pessoa acha mesmo que no finde vai ser igual e que vai poder curtir mais dois dias inteiros de chuva vendo tevê e batendo papo no MSN; afinal, final de semana é para descansar da preguiça da semana que, todos hão de convir, é por demais cansativa.


Ledo engano, caros leitores. A preguiça acaba na sexta à noite com a chegada retumbante, ribombante, de quase 10mil palavras para o final de semana.


Depois dizem que vida de médico é que é complicada. Tá.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Nem sexo

Pergunte a qualquer tradutor.


Quatro da matina. Documento mais-que-insuportável na sua frente, de dar ânsia de vômito. Vc olha e AINDA tem mais um, sim, mais UM PARÁGRAFO INTEIRO pela frente. O último, mas ainda é mais um parágrafo todinho.

Nessa hora você ama sua memória de tradução. Porque esse parágrafo inteiro é reconhecido 100%. 

Nem sexo ganha dessa emoção arrebatadora. Pode perguntar para qualquer tradutor.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

A vida da tradutora-doméstica